Pijama, licorzinho, câmera, ação: o ano em que o cotidiano invadiu o Globo de Ouro

“Ninguém mais vai ao cinema, ninguém mais vê os canais de TV generalistas, todo mundo está assistindo à Netflix. Estas cerimônias de premiação deveriam consistir unicamente em que eu entre no palco e diga: ‘Bom trabalho, Netflix, você ganhou tudo, boa noite’.” As palavras são do monólogo de Ricky Gervais no ano passado, o último do comediante como apresentador do Globo de Ouro, também o último antes que o mundo mudasse, e, à sua maneira, com um estranho poder profético. Não fomos ao cinema, passamos o ano vendo plataformas de streaming em looping, e na noite deste domingo a Netflix dominou a premiação da mesma forma como dominou nossa existência (audiovisual) nos últimos 12 meses.

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