“Os três pilares sobre os quais se assenta a opressão feminina: maternidade, sexualidade e trabalho doméstico”

Em 8 de março de 1984, a feminista María Elena Oddone se manifestou com um enorme cartaz em que se lia: “Não à maternidade, sim ao prazer”. Era a primeira marcha pelo Dia Internacional da Mulher após o retorno da democracia à Argentina e nas ruas começava a ser pedida a despenalização do aborto. Oddone à época já afirmava que “ninguém precisa nos explicar os três pilares sobre os quais se assenta a opressão feminina: maternidade, sexualidade e trabalho doméstico”. Mais de três décadas se passaram até que, em 30 de dezembro, as mulheres conquistaram o direito a decidir sobre seus corpos e seus projetos de vida. Interromper uma gravidez de forma segura já não será mais um privilégio para quem pode pagar, estará ao alcance de todas as que precisarem.

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