Os genes da vítima

Um ex-chefe me escreveu outro dia: “Estou começando a ficar irritado com tanta insistência em que nós, os velhos, somos os que morremos. Já sabemos, caramba!”. Tanto ele como sua companheira cruzaram a linha vermelha dos 75 anos, e leem as notícias de um ângulo compreensivelmente diferente do de um jovem, que em algum cantinho inconfessável de sua cabeça se sente aliviado por não estar na idade de risco. Seguindo a mesma linha de argumentação, não podemos evitar que a morte de pessoas jovens e saudáveis, por poucas que sejam, causem um choque emocional maior do que as vítimas mais comuns do coronavírus.

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